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PEDAGOGA - especialização em PSICOLOGIA ESCOLAR - Coordenação Josefina Castro e PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA, INSTITUCIONAL E HOSPITALAR - Coordenação da Pp - profª Genigleide da Hora - Mestranda em Educação Inclusiva.

sábado, 13 de abril de 2013

ENTREGA DE LAPTOPS AOS ALUNOS DAS ESCOLAS DO CAMPO DE ITABUNA



Texto: Noel Costa
Educador


     Num evento marcante hoje em Itabuna, 12/04/2013, a Secretaria de Educação fez a entrega de laptops às crianças das escolas do campo do município. A aquisição desses recursos  tecnológicos faz parte de uma parceria com  o MEC  por meio do projeto Um computador por aluno – UCA.

      A secretária de educação ,professora Dinalva Melo, diz que “as crianças já são tecnológicas”, mas se não tiverem oportunidades de fazer uso da tecnologia, se transformarão em “analfabetos tecnológicos”. Pede aos professores para explorarem pedagogicamente esse essa tecnologia, que não seja utilizada pela criança apenas como brinquedo, como jogo. Brinca com as crianças, dizendo que o uso do laptop poderá transformar  o “ caderno em coisa do passado”, na medida em que as crianças possam usá-lo para fazer seus registros, suas produções de texto.

      Os moradores do campo são sujeitos de direito tanto quanto os citadinos, os habitantes da cidade. A construção da sociedade democrática não pode acontecer deixando segmentos da nação marginalizados, excluídos, como a população do campo. Sem dúvidas, projetos como o UCA, a Inclusão Digital, apontam caminhos para superação da desigualdade  cidade-campo  na oferta de bens e serviços praticada pelo Estado.   





segunda-feira, 8 de abril de 2013

O DOM DE SABER ESPERAR

ESSA MENSAGEM REFLETE EXATAMENTE O MOMENTO QUE ESTOU EXPERIMENTANDO... GOSTEI E AGORA COMPARTILHO COM VOCÊS. 

Paciência é uma virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo. Consiste basicamente de tolerância a erros ou fatos indesejados. É a capacidade de suportar incômodos e dificuldades de toda ordem, de qualquer hora ou em qualquer lugar. É a capacidade de persistir em uma atividade difícil, tendo ação tranquila e acreditando que iremos conseguir o que queremos, de ser perseverantes, de esperar o momento certo para tomar certas atitudes, de aguardar em paz a compreensão que ainda não se tenha obtido, de saber ouvir alguém, com calma, com atenção, sem ter pressa, libertando-se da ansiedade. A tolerância e a paciência são fontes de apoio seguro nos quais podemos confiar, pois desperta a intuição e traz clareza. Ser paciente é ser educado, ser humanizado e é saber agir com calma.

Ufa! Quantas atribuições difíceis para nós aprendermos! São inúmeras qualidades numa simples palavra: paciência. Um dom que poucos de nós têm conseguido conquistar.

Na verdade tenho refletido que ter paciência é como poder aceitar aquilo que a vida nos oferece, sem menosprezar nada. Um grande desafio, porque somos extremamente controladores em tudo. Queremos que as coisas aconteçam como nós gostaríamos, porém não temos a menor noção do que é realmente relevante para cada momento. Apenas “achamos” que deve ser assim!

Poucos de nós sabem, por exemplo, agir usando o poder da intuição. E quando pergunto se a intuição já falhou para alguém, até hoje ninguém disse que ela mostrou um caminho errado, pelo contrário, dizem que a intuição nunca erra. Porém ela só desperta para quem tem o mínimo de paciência para ficar em silêncio, tranquilo e em paz. Embora, nós saibamos de tudo isso, quantos de nós tem praticado? Isso realmente é um dom que pode ser desenvolvido, basta se conhecer e conhecer as limitações que nós temos para poder progredir, avançar e alcançar a tão almejada paciência.

Primeiro podemos refletir sobre o quanto estamos tendo controle emocional diante dos conflitos que vivenciamos todos os dias. Ao conseguirmos reconhecer o quanto as pessoas “nos tiram do sério”, é possível entender o quanto estamos nos deixando levar por tão pouco. Onde está nosso poder pessoal para perdermos tão facilmente a paz? Isso provavelmente nos levará a ter mais calma para pensar melhor antes de agir, evitando ofender alguém e ser ofendido.

E se caso errarmos, tolerar o erro. Aceitar que cometemos um ato errôneo, e aprender com o mesmo para não mais cometê-lo. Dar mais atenção a si mesmo, vivenciar mais as experiências e não deixar que elas passem rapidamente, ou em outras palavras, parar de querer ter pressa para resolver tudo e para fazer as coisas. Quase todos os ocidentais têm uma mente tão ambiciosa que é incapaz de ter momentos de relaxamento. Não conseguimos nos oportunizar momentos de calmaria e quando o fazemos nos culpamos.

Por que querer tudo para ontem? Por que ter que resolver agora? Será que aquilo que viemos protelando deve ou não ser resolvido?

Para saber o que fazer nesses momentos de dúvida, é preciso aprender a ter paciência. Resolver uma coisa de cada vez para saber qual a melhor decisão a ser tomada. Deixar aflorar mais a intuição, que só é desperta aos que conseguem não pensar em nada. Pois a nossa mente é muito contaminada e para ela nos desviar do caminho mais correto, é bem fácil. Basta pensar em mil coisas ao mesmo tempo e tentar encontrar uma resposta nesse turbilhão para ver. Nada vai fluir. Ou melhor, tente fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo e veja qual fica pior, porque nenhuma ficará bem feita.

Fizeram uma pesquisa com especialistas os quais queriam verificar se realizar muitas tarefas ao mesmo tempo era uma especialidade dos jovens de hoje ou não. Aqueles que possuem o hábito de olhar televisão, jogar no computador e “brincar” no telefone ou fazer muitas coisas juntas, tem sérias debilidades neurológicas, entre elas nem preciso dizer que é falta de atenção.

Outra coisa: ter paciência não é engolir “sapos” e deixar as pessoas fazerem o que querem conosco. É simplesmente aprender a aceitar, compreender melhor os acontecimentos e extrair o aprendizado. Quem acha que tem paciência por ficar quieto e apático não está praticando esse dom consigo, só com os outros, o que não é nem um pouco saudável. Então, reflita como você tem praticado esse dom e mude o que puder e for necessário.

Por Cátia Bazzan
Fale com Cátia: catia@luzdaserra.com.br
FONTE: http://www.luzdaserra.com.br/1664/o-dom-de-saber-esperar/